Taça Royal Leedam Work & Trust 130ml
De: R$ 0,00Por: R$ 147,75ou X de




De: R$ 0,00Por: R$ 147,75ou X de
A taça de degustação Royal Leerdam Work & Trust 130ml foi desenvolvida para proporcionar uma experiência sensorial completa, valorizando aromas e sabores de bebidas refinadas. Com design elegante em formato gota, também conhecido como tulipa, sua estrutura favorece a concentração dos aromas, tornando cada degustação mais rica e envolvente.
Produzida em vidro de alta qualidade, apresenta excelente transparência e acabamento sofisticado, ideal para compor momentos especiais com requinte e estilo. Suas dimensões equilibradas, com aproximadamente 132 mm de altura e 58,5 mm de diâmetro, garantem conforto no manuseio e precisão na degustação.
Indicada especialmente para cachaças premium, licores, whiskies e outros destilados, essa taça permite apreciar nuances aromáticas e sensoriais com mais intensidade. Seu formato foi pensado para direcionar os aromas ao olfato, enquanto o bojo adequado contribui para a oxigenação da bebida.
Versátil e elegante, é uma excelente escolha tanto para uso pessoal quanto para compor kits de presente ou experiências de degustação. Ideal para quem valoriza qualidade, funcionalidade e sofisticação em cada detalhe.
Nos últimos anos, o Espírito Santo tem ampliado sua presença no mercado nacional de bebidas, mostrando que inovação e identidade regional podem abrir portas até mesmo em mercados ocupados por marcas dominantes. A cerveja é um bom exemplo. Algumas cervejarias capixabas têm conquistado lugar de destaque no cenário nacional. É o caso da Cervejaria 3 Santas, de Santa Teresa, que acumula troféus em diversas competições. Esse movimento também aparece no universo dos destilados, especialmente no whisky — uma das categorias mais tradicionais e exigentes do mundo. Nesse contexto surge o Work & Trust Brazilian Whisky, o primeiro single malt produzido no Espírito Santo.
A marca foi criada pelos empresários capixabas Afonso Takemoto, Henrique Reuter e João Victor Scardini. O projeto começou como um hobby e, com o tempo, evoluiu para um negócio com a ambição de colocar o Brasil — e o Espírito Santo — no mapa global do whisky de qualidade.
O nome da marca homenageia o lema da bandeira capixaba: “Trabalha e Confia”. Ele reflete a filosofia dos fundadores. A ideia é simples: grandes resultados vêm da combinação entre dedicação e visão de longo prazo. A empresa quer desafiar o preconceito histórico contra o whisky nacional e, também, mostrar que é possível produzir destilados de alto nível, com identidade própria e alto padrão de qualidade no Brasil.
Os primeiros rótulos do Work & Trust Whisky foram lançados em 2025 e logo esgotaram o estoque do fabricante. A produção do single malt capixaba segue técnicas consagradas na indústria escocesa, como a utilização de barris de vinho — prática comum em destilarias como The Macallan. Entre os lançamentos estão versões maturadas em barris de Cabernet Sauvignon e Pinot Noir, cada uma com perfil sensorial distinto e produção artesanal limitada.
Um dos pilares do projeto é o trabalho de curadoria conduzido por Afonso Takemoto. Especialista em destilados, ele também atua como gestor operacional do Alambique Princesa Isabel. Além do trabalho técnico no desenvolvimento do whisky, Takemoto divulga e analisa a cultura do whisky no Brasil por meio de cursos e eventos de degustação presenciais (Vitória, ES) e online (todo o Brasil). Esse olhar detalhista ajuda a posicionar o Work & Trust dentro de um movimento maior de valorização do destilado brasileiro.
O surgimento do Work & Trust também acompanha uma mudança no mercado brasileiro de bebidas premium. Esse é hoje o único segmento que mantém crescimento consistente no mercado de destilados. Isso por que os consumidores buscam, cada vez mais, produtos com identidade. Também valorizam integridade no envase e transparência sobre os aspectos técnicos da produção.
Segundo Afonso Takemoto, o Work & Trust vai além de um novo rótulo. “Ele representa um passo importante para algo maior: a construção de uma cultura brasileira baseada no compromisso com a qualidade e a transparência.” Para ele, essa cultura deve ser baseada em rastreabilidade de processos e matérias-primas, mínima intervenção — ausência total de corante artificial ou filtragem excessiva — e compromisso com qualidade antes do custo.