Bitter Nero Filippini 700ml
De: R$ 93,70Por: R$ 79,97ou X de
Preço a vista: R$ 79,97
Economia de R$ 13,73



De: R$ 93,70Por: R$ 79,97ou X de
Preço a vista: R$ 79,97
Economia de R$ 13,73
2025 - Medalha de Prata New Spirits
2025 - Medalha de Ouro Spirits Selection by Concours Mondial de Bruxelles O Bitter Nero Filippini é uma experiência sensorial intensa e sofisticada, criada para quem valoriza bebidas de personalidade marcante e equilíbrio absoluto.
Com sua tonalidade mogno escuro, límpida e brilhante, ele já impressiona no visual. No aroma, revela um bouquet profundo e sedutor: especiarias doces e quentes como canela, cravo e cardamomo se unem a notas de anis, ervas aromáticas, frutas cítricas cristalizadas e mel, formando uma harmonia rica e envolvente.
No paladar, apresenta-se encorpado e sedoso desde o primeiro gole, trazendo camadas complexas de sabores como pão de gengibre, biscoito de especiarias e açúcar mascavo. Esses elementos se combinam com café torrado e quinino, que garantem estrutura e um amargor elegante. O final é longo e persistente, com um toque refrescante de mentol e limão, marcado por cascas cítricas e especiarias.
Com 40% de graduação alcoólica, o Bitter Nero Filippini é complexo, intenso e perfeitamente equilibrado entre doçura e amargor — ideal para ser apreciado puro, com gelo ou como protagonista em coquetéis autorais.
Bitter Nero Filippini. Profundidade, elegância e personalidade em cada gole.
Número de Registro MAPA: RS 001639-0.000071.
Na cidade de Tres Arroios, no Rio Grande do Sul, no final do século XIX, o imigrante italiano Erasmo Filippini, alfaiate de profissão, trouxe na bagagem a tradição da elaboração do vinho e da grappa e, aqui chegando, conheceu a cana de açúcar. Anos mais tarde, nos idos de 1930, incentivado por seu filho Ermelindo, viu na produção de cachaça um futuro mais próspero para sua crescente família. Nascia ali a paixão pela cachaça de alambique.
Feita nas barrancas do Rio Uruguai, local com microclima perfeito para a produção da cana, por anos a cachaça de alambique foi a menina dos olhos da família... então chegou a década de 1980. Os crescentes custos de produção e a disseminação da cachaça usinada (mais barata), fizeram com que os alambiqueiros se rendessem a esta nova forma de industrializar a cachaça e abandonassem o sonho do alambique, mas continuassem trabalhando com a elaboração de bebidas.
Reestruturações da empresa fizeram ressurgir os ideais dos antepassados e, no ano de 2014, nas terras altas e frias do Alto Uruguai gaúcho, vem ao mundo uma nova cachaça de alto padrão. A criação da cachaça Filippini, como toda produção de uma obra-prima, é um processo prazerosamente trabalhoso, uma vez que fazer cachaça é, ao mesmo tempo, ciência, arte, paixão e sabedoria. Tudo é feito com muita calma, cuidado e esmero. Ainda que sejam feitas com a mesma matéria-prima (a cana de açúcar), sem a adição de produtos químicos, as cachaças não são iguais. Cada uma é única e carrega as características e os segredos de seu artífice, o alambiqueiro. Os detalhes especiais estão espalhados por todo o processo. Segue-se o modo tradicional de pequenas bateladas em alambiques de cobre, aliado à tecnologia atual, com temperatura controlada, leveduras selecionadas, o merecido descanso em barricas de carvalho e a escolha do momento certo de comercializar. Tudo isso garante como resultado um produto singular.
| VALOR REFERENTE | 40% |
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| ESTADO | Erechim - RS |
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